.... continuando o post anterior ....
Mas, o que o Shocky tem a ver com o poema ???
Foi através dele que eu captei a mais importante assertiva do poema (claro que a mais importante é sempre aquela que mais se aplica ao momento :-)):
"Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso....".
....... momento de reflexão ......
Vamos às explanações....
Depois de muito tempo sem ter cachorros, após a chegada do Shocky, o que eu mais me pergunto é: 'Em que momento da minha vida, EU, Cristina, deixei de gostar de cães ??!? E também, quando eu decidi fazer medicina 'humana'?? Eu não queria ser veterinária?? ".
Nossa !!! Acho que alguém roubou meu livre arbítrio... Como eu não lembro de ter deixado de gostar de cães ?? Espere um pouco. EU NUNCA DEIXEI DE GOSTAR DE CÃES.
E U A M O C A C H O R R O S ! ! !
Eu nunca deixei de amá-los. Eu simplesmente estava hibernando meu amor pelos cães.
E o que isso tudo tem a ver com Shakespeare ??
Mto simples. Quando criança aprendi que bem sucedidas são as pessoas que tratam gente, as que são amigas dos cães, são aquelas doidas, sozinhas, descabeladas, bruxonas que saem por aí cuidando dos cães (seus ou não) e por isso não têm família ou amigos. Ppalmente pq ela é mais vista em paz com os cães e em guerra com os humanos (certamente os cães estão certos, mas..).
Nossa, como é bom lembrar de uma paixão tão boa.
E, sempre que penso nas coisas que o Shocky me trouxe, sempre penso na mudança de pensamentos e no 'acordar' desta paixonite que estava trancafiada em algum lugar da minha alma...
Eu amo, sim, os cães. E, muitas vezes, eu prefiro estar com os cães a estar com humanos.
Apesar da cara feia dos inimigos, não me envergonho em afirmar que: "se encontrar um cão e uma criança abandonados na rua, é mto mais provável que eu resgate o cão abandonado, e a principal explicação disso, não é pq odeio crianças e sim pq eu AMO, mas AMO MUITO os CÃES. E, para a oposição, explico apenas que A DIFERENÇA ENTRE UM CÃO E UM HUMANO pode ser exemplificada ao TERMOS A CERTEZA DE QUE UM CÃO QUE MATAMOS A FOME NUNCA SE VOLTARÁ CONTRA NÓS, enquanto com o humano já não podemos afirmar a mesma coisa...
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Um dia você aprende ...
Pensando no Shocky (será que eu penso em outra coisa??), lembro-me sempre de um poema que li e ao qual é atribuída a autoria de Shakespeare.
O poema chama-se: "Um dia você aprende".
É curioso pensar que se um dia você aprende, na verdade, lemos este poema tarde demais, pois quando nos tornamos afins desta obra é pq reconhecemos que com os altos e baixos da vida, em alguma hora, aprendemos.
Podemos aprender:
> tarde ou cedo
> por prazer ou por obrigação
> por inteligência ou por insistência
> rapidamente ou infinitamente
> por razão ou emoção ...
Ao ler este poema, penso, imagino, literalmente viajo ao mergulhar nos seus dizeres. Acredito que já o li tantas vezes que cada vez que o leio posso apostar que ele foi modificado.
Sei que o poema, na verdade, deve estar exatamente da mesma maneira como foi traduzido, durante todas essas vezes que eu li.
Sei também que cada vez que o leio, na verdade, EU estou diferente. Hoje sou uma pessoa diferente (espero que melhor) da que eu era ontem.
O poema chama-se: "Um dia você aprende".
É curioso pensar que se um dia você aprende, na verdade, lemos este poema tarde demais, pois quando nos tornamos afins desta obra é pq reconhecemos que com os altos e baixos da vida, em alguma hora, aprendemos.
Podemos aprender:
> tarde ou cedo
> por prazer ou por obrigação
> por inteligência ou por insistência
> rapidamente ou infinitamente
> por razão ou emoção ...
Ao ler este poema, penso, imagino, literalmente viajo ao mergulhar nos seus dizeres. Acredito que já o li tantas vezes que cada vez que o leio posso apostar que ele foi modificado.
Sei que o poema, na verdade, deve estar exatamente da mesma maneira como foi traduzido, durante todas essas vezes que eu li.
Sei também que cada vez que o leio, na verdade, EU estou diferente. Hoje sou uma pessoa diferente (espero que melhor) da que eu era ontem.
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